"(...) Este quadro comunitário que agora iniciamos é mais uma oportunidade para alcançarmos os objetivos que até hoje a governação dos Açores foi incapaz de conseguir.
Estes novos fundos têm de ser aplicados de forma estratégia e racional em investimentos reprodutivos que criem emprego e reforcem a competitividade da nossa economia e a coesão das nossas ilhas e devem também ter como prioridade a educação e a qualificação dos açorianos.
Não podemos continuar a ambicionar ser apenas os campeões da execução dos milhões, temos urgentemente de passar a ser os campeões dos resultados da sua utilização. E a UE deve também alterar os seus critérios de avaliação deixando de olhar principalmente para as taxas de execução e preocupar-se mais com os reais impactos e resultados da aplicação dos fundos no desenvolvimento das suas diversas regiões.(...)"
Luís Garcia, in Incentivo, 09.05.2014.
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