Veja aqui a apresentação e debate do voto de protesto acerca da ampliação da pista do Aeroporto da Horta, que foi rejeitado com os votos do Partido Socialista.
segunda-feira, 31 de março de 2014
Respostas sociais
"(...) foi também possível constatar a falta de articulação das respostas sociais no Faial.
Numa Terra pequena como esta em que essa articulação seria aparentemente mais fácil e que seguramente tornaria as respostas sociais mais completas e mais eficazes, é absolutamente incompreensível verificar que essa articulação continua a não existir.
O Centro de Recursos de Apoio à Emergência Social que foi pomposamente anunciado para cumprir esse desiderato aparentemente não o conseguiu.(...)".
Luís Garcia, In Incentivo.
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quarta-feira, 19 de março de 2014
A Autonomia ameaçada
"A recente polémica acerca do abandono da construção do Cais de Cruzeiros em Angra só me tem feito reforçar a ideia de que no dia em que não formos capazes de conciliar a realidade “ilha” com a realidade “região”, o crescimento rápido de uns com o direito ao crescimento dos outros, as realidades demográficas e estatísticas com a dimensão humana e social do desenvolvimento, nesse dia, que está, infelizmente e como se constata, cada vez mais perto, a nossa Autonomia perderá a sua alma, perderá as pessoas e deixará de ser um desígnio que une todos os Açorianos."
Jorge Costa Pereira, in Tribuna das Ilhas, 14.03.2014
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terça-feira, 18 de março de 2014
A estranha democracia da nova maioria plural no Faial
" (...) PS e CDU fizeram uma negociata absolutamente condenável e romperam um acordo que existia há muito na AM sobre esta matéria. Com isto a representação daquela Assembleia no CI ficou assim repartida: 3 membros (presidente mais 2 eleitos) do Grupo Municipal PS (que tem 19 membros); um do Grupo Municipal do PSD/CDS-PP/PPM (que tem 13 membros); e um do Grupo Municipal da CDU (que tem 2 membros).
Ou seja: um Grupo com 13 membros fica ao nível de representação de um Grupo com 2 membros! Aos 3 membros do PS da AM ainda se juntará o presidente de Câmara.
Mais do que os sinais de arrogância que esta atitude revela, rasgou-se, por interesses momentâneos de mera aritmética partidária, um acordo e uma prática que honrava a democracia e a convivência do relacionamento político no nosso concelho.(...)"
Ou seja: um Grupo com 13 membros fica ao nível de representação de um Grupo com 2 membros! Aos 3 membros do PS da AM ainda se juntará o presidente de Câmara.
Mais do que os sinais de arrogância que esta atitude revela, rasgou-se, por interesses momentâneos de mera aritmética partidária, um acordo e uma prática que honrava a democracia e a convivência do relacionamento político no nosso concelho.(...)"
Luís Garcia, in Incentivo.
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domingo, 2 de março de 2014
Qual é a pressa para a requalificação da frente mar?
Daí a necessidade de se definir uma estratégia global, integrada, bem pensada e cuidadosa. Uma estratégia que permita que esta intervenção potencie o valor da nossa baía, reforce a nossa relação com o mar, fortaleça o nosso cosmopolitismo, liberte a Avenida de tantos carros e trânsito, disponibilize mais espaço para as pessoas e permita a criação de novas oportunidades de negócio e de animação.
Sem uma visão de conjunto corremos o risco de continuarmos, como tem acontecido na Avenida Marginal, com pequenas intervenções desconexas, parcelares, que gastam dinheiro mas que nada requalificam e potenciam.(...)
Luís Garcia, in Incentivo, 13.02.2014
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Concurso de professores: um imbróglio escusado
"Apesar da minha experiência parlamentar, há coisas que se passam no Parlamento dos Açores que ainda são capazes de me surpreender. E, neste caso, pela negativa!
Refiro-me à novela em que se transformou a questão do concurso extraordinário para a integração de docentes contratados nos Açores. (...)
É com profunda tristeza que faço este retrato de como não se deve legislar. E se é verdade que esta situação deriva diretamente da vontade da maioria absoluta que o PS detém no Parlamento dos Açores, também não é menos verdade que este inusitado imbróglio afeta todos e afeta especialmente a credibilidade da Casa Mãe da nossa Autonomia. Tudo isto poderia ter sido evitado, sem pressas nem precipitações, se em vez das preocupações político-partidárias houvesse, pelo menos, bom senso!"
Refiro-me à novela em que se transformou a questão do concurso extraordinário para a integração de docentes contratados nos Açores. (...)
É com profunda tristeza que faço este retrato de como não se deve legislar. E se é verdade que esta situação deriva diretamente da vontade da maioria absoluta que o PS detém no Parlamento dos Açores, também não é menos verdade que este inusitado imbróglio afeta todos e afeta especialmente a credibilidade da Casa Mãe da nossa Autonomia. Tudo isto poderia ter sido evitado, sem pressas nem precipitações, se em vez das preocupações político-partidárias houvesse, pelo menos, bom senso!"
Jorge Costa Pereira, in Tribuna das Ilhas, 28.02.2014.
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