quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Autoritarismo na política educativa dos Açores
Pão e circo
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Governo promete resolver problemas dos sinistrados do Faial até ao final do ano

Como disse o social-democrata Jorge Costa Pereira "Face às palavras da senhora Secretária, temos de manifestar o nosso regozijo, pois não fossem as denúncias que os deputados do PSD do Faial fizeram, estariam por resolver os casos dos sinistrados que ainda vivem em pré-fabricados e dos proprietários que não têm ainda os terrenos registados em seu nome", avançou o parlamentar, lembrando que Ana Paula Marques "veio assim negar as declarações do seu Director Regional que garantiu a inexistência de atrasos na solução daqueles casos", afirmou.
Jorge Costa Pereira referiu-se ainda ao caso de 200 sinistrados da ilha Terceira, que, foram referidos pela governante regional como tendo ainda a sua situação por resolver desde o sismo de 1980, admitindo aquele deputado que de "1980 até 1996 o PSD devia ter resolvido o problema e não o fez. Mas a verdade é que de 1996 até ao dia de hoje é o PS que está no Governo, vai para 15 anos, e também não resolveu neste tempo o problema. E a senhora secretária em vez de resolver este problema destes sinistrados da ilha Terceira que permanecem por realojar, continua não resolvendo o problema e a culpar o PSD. E isto se não fosse sério, o mínimo que se poderia dizer é que é risível!", conclui Jorge Costa Pereira.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
As contradições do PS no Faial acerca da escola do Salão
Encerrar escolas nos Açores
"Encerrar uma escola deve de ser sempre uma decisão partilhada e concertada entre a tutela educativa, os órgãos de gestão das escolas, os pais, a comunidade e as autarquias envolvidas. É que nesta matéria lida-se com crianças, com famílias, com projectos de vida e, por isso, não há regras iguais e imutáveis, impondo-se ter em conta a individualidade e as condições concretas de cada comunidade. E lida-se também – e em muito – com o futuro das freguesias e com a sua capacidade de manter equilíbrios populacionais e força atractiva para novos habitantes que nelas se queiram fixar.
De nada vale dizer que é preciso envolver os pais e as famílias na escola e na educação dos filhos e depois num assunto desta natureza e importância deixá-los à margem, confrontados com factos consumados e dizer-lhes que o governo é que sabe o que é que é melhor para os seus filhos.
De nada vale defender e criar políticas de coesão e depois esvaziar as freguesias e criar as condições para que elas sejam cada menos capazes de atrair população jovem."
Jorge Costa Pereira, in Tribuna das Ilhas, 29.07.2011
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terça-feira, 2 de agosto de 2011
Quem fala a verdade na reconstrução?
As contradições no encerramento da escola do Salão

Mais um esclarecimento que nada esclarece!
2 - Diz o Governo que cancelou o concurso para Chefe de Divisão da Acção Social da Horta porque não fazia sentido prosseguir um concurso para uma Divisão que ia ser extinta. Muito bem. Mas importa recordar que o Decreto Legislativo Regional que deu origem a esta reestruturação foi aprovado na Assembleia Legislativa a 23 de Setembro de 2010. Por isso, impõe-se perguntar ao Governo:
A) Se a Divisão em causa ia ser extinta, então porque se abriu um concurso (oferta nº4115) a 26 de Outubro de 2010 para essa Divisão, mais de um mês depois da aprovação do diploma que abria caminho à sua extinção?
B) Não sabia o Governo, em Outubro, que em Setembro havia sido aprovada legislação que levaria à extinção da Divisão da Acção Social da Horta?
C) Se se impunha cancelar o concurso porque não se optou pela solução mais óbvia e natural: manter a Chefe de Divisão que à altura exercia o cargo em regime de substituição até novo concurso ser lançado?
D) Porque é que, pelo contrário, se nomeou uma nova Chefe de Divisão, que até nem trabalhava na Divisão de Acção Social, e que foi recrutada no quadro de pessoal da Câmara Municipal da Horta?
A falta de justificação convincente do Governo, só pode conduzir a esta conclusão: aproveitou-se esta oportunidade para colocar numa chefia uma pessoa que tem essa "clara e factual vantagem" sobre todos, que é a de ter ligações evidentes e conhecidas ao PS do Faial!
3 - Estes são os factos e os contornos de uma indesmentível nomeação com clara aparência política.
Horta, 29 de Julho de 2011
Jorge Costa Pereira
Luís Garcia
A verdade na Reconstrução

O social-democrata lembrou que “o Governo Regional reagiu a essa denúncia, pondo em causa a veracidade do que afirmámos, quando se trata de uma situação que já denunciámos várias vezes, como num requerimento de Janeiro de 2009, para saber quando a tutela iria regularizar tal situação, e em resposta ao qual o próprio Governo confirmou que os loteamentos aguardavam a regularização dos respectivos processos”, referiu. “Na altura a Secretaria Regional do Trabalho e Solidariedade Social confirmou que se encontrava empenhada na resolução dos casos detectados, com vista à regularização da propriedade dos imóveis em causa, prevendo a conclusão do processo no final de 2010.
Ora, desde então passaram-se seis meses, e nada está resolvido”, frisou Costa Pereira, para quem “foi com estupefacção e surpresa que assistimos à reacção do Governo, com o Director Regional da Habitação a refutar tal atraso e a dizer que as nossas afirmações não eram verdade”, lembrou. “Esta forma de fazer política é absolutamente detestável, pois o governo comprometeu-se a resolver os casos até ao final de 2010.
Não há duas leituras possíveis, pois os deputados do PSD pelo Faial falaram verdade, e provaram que falaram verdade. Costa Pereira lamentou que, “actualmente, nos Açores, sempre que alguém da oposição, especialmente do PSD, faz uma denúncia ou uma crítica à governação socialista, logo o governo diz que se está a faltar à verdade. Há quase 16 anos no poder, este Governo já se acha dono da verdade, e vive permanentemente num registo do culto da verdade única, suportado em tiques cada vez mais evidentes de arrogância”, afirmou.
Reestruturação da Segurança Social é mesmo mais um esvaziamento no Faial
