" (...) Por isso, é uma indignidade, uma afronta e uma desumanidade vermos um governo que não hesita em gastar milhões em projetos supérfluos e não prioritários como a Casa da Autonomia ou o Centro de Artes Contemporâneas e que assume, ao mesmo tempo, um impiedoso, injusto e cego corte como aquele que está a realizar na área da Saúde, sabendo, como sabe, da atual incapacidade genérica do setor público em ter respostas atempadas a todas as necessidades.
Que estranha prioridade esta que penaliza a saúde de quem menos tem e de quem menos pode, e que protege incompreensivelmente o esbanjamento dos dinheiros públicos em investimentos de utilidade mais do que duvidosa!"
Jorge Costa Pereira, in Tribuna das Ilhas, 17.04.2015.
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