" (...) Numa Assembleia Municipal em que nenhum dos partidos representados tem a maioria dos mandatos exige-se de todos e especialmente de quem precisa aprovar nela os seus documentos uma abertura genuína ao diálogo. Só agora, que foram aprovados o terceiro Plano e Orçamento deste mandato, o PS e a sua maioria camarária parecem ter percebido que não têm maioria na Assembleia Municipal. (...)
A CDU, como qualquer outra força partidária, tem toda a legitimidade para votar na Assembleia Municipal da forma que entender. Não pode é querer justificar-se com uma falsidade: a de que as políticas municipais mudaram! Como atrás demonstrei, é claro nos exemplos invocados pela CDU, que aquilo que agora ela critica ou é o resultado das decisões apoiadas e protagonizadas pela CDU ou é igual aquilo que ela própria propôs e defendeu quando estava no poder camarário.(...)"
A CDU, como qualquer outra força partidária, tem toda a legitimidade para votar na Assembleia Municipal da forma que entender. Não pode é querer justificar-se com uma falsidade: a de que as políticas municipais mudaram! Como atrás demonstrei, é claro nos exemplos invocados pela CDU, que aquilo que agora ela critica ou é o resultado das decisões apoiadas e protagonizadas pela CDU ou é igual aquilo que ela própria propôs e defendeu quando estava no poder camarário.(...)"
Luís Garcia, in Incentivo, 04.01.2012.
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