" (...) As novas obrigações de serviço público no transporte aéreo entre os Açores e o Continente mereceram destaque em 2014 mas marcarão seguramente 2015 e os anos seguintes.
Ao contrário de muitos, não tenho feito festa antecipada à volta deste assunto, preferindo esperar para ver. Não deixo de reconhecer aspetos positivos neste novo modelo, desde logo a diminuição do preço das passagens, mas existem ainda muitas dúvidas por esclarecer e muitos aspetos que necessitam de ser salvaguardados. Não tenho dúvidas que com este novo modelo as companhias “low cost” irão trazer mais pessoas para S. Miguel.
Mas a minha principal dúvida reside na política de reencaminhamentos de eventuais interessados para as outras ilhas. E esse aspeto é para mim fulcral e devia há muito estar esclarecido. Quem vende e quem organiza viagens precisa de saber como isso se vai processar.
Depois, há uma segunda questão que importa ter presente e que está relacionada com as consequências deste modelo na viabilidade das outras gateways dos Açores. Espero que este modelo não tenha sido construído para satisfazer as pretensões antigas de alguns que defendem que, para sair e entrar nos Açores, só deve existir um centro recetor e distribuidor. Se esse é o objetivo, discordo.(...)".
Luís Garcia, in Incentivo.
Ler artigo completo aqui.
Sem comentários:
Enviar um comentário